Em comentário contundente, Júlia Lucy critica a representação distorcida de Lula na avenida, a conivência de artistas com a corrupção e o uso de dinheiro do pagador de impostos para financiar festas que desrespeitam os valores brasileiros.
O Carnaval deste ano não foi apenas uma festa popular, mas um palco para o que Júlia Lucy classifica como a “doença do progressismo”. Em análise sobre os recentes desfiles, Júlia expôs a tentativa deliberada de reescrever a história do Brasil através de mentiras biográficas e da exaltação de figuras com passado criminoso.
A Fake News: O “Lula Negro”
Um dos pontos de maior indignação foi a escalação de um ator negro para interpretar o atual presidente, que é um homem branco. Para Júlia, essa escolha não é uma questão de reparação ou cotas, mas uma “grande mentira” e uma “fake news” sobre a história do país.
“Colocar um negro pra encenar no lugar de um branco é uma mentira sobre a história do Brasil”
Essa distorção é característica do modo de operar do PT, que tenta moldar a realidade para se encaixar em sua narrativa ideológica.
Celebrando o Indefensável
Júlia também direcionou críticas severas à elite artística, citando declarações de atrizes como Camila Pitanga, que defendeu que o presidente deveria ser celebrado. Para Júlia, ver um “ladrão” ser exaltado na avenida é o auge da inversão de valores e da profundidade da imoralidade no Brasil.
- Normalização da Corrupção: É inaceitável que pessoas influentes achem normal exaltar um presidente condenado e envolvido nos maiores esquemas de corrupção da história.
- Financiamento Público: O absurdo é amplificado pelo fato de que essa “festa” é financiada com o dinheiro dos impostos de brasileiros que não se veem representados por esses valores.
O Afastamento das Novas Gerações
O distanciamento das novas gerações em relação ao Carnaval não é por acaso. A festa tornou-se um evento profano que desrespeita os costumes e a identidade do povo brasileiro.
Ao transformar o samba em ferramenta de propaganda política e palanque para figuras condenadas, o Carnaval perde sua essência e se torna apenas um “assalto” aos cofres públicos para promover a agenda de um governo que ignora a moralidade nacional.
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