O CEP não pode determinar a qualidade do serviço público recebido pelo cidadão. Propostas:
- Defender que investimentos públicos considerem indicadores objetivos de população, vulnerabilidade, crescimento urbano e déficit de serviços.
- Priorizar regiões historicamente menos atendidas na distribuição de investimentos em saúde, educação, mobilidade, esporte, lazer e infraestrutura.
- Fiscalizar os impactos da verticalização e do adensamento urbano sobre trânsito, água, esgoto, escolas e unidades de saúde.
- Participar ativamente da discussão e votação do PDOT, LUOS e demais instrumentos de planejamento territorial, defendendo crescimento urbano acompanhado de infraestrutura.
- Combater ocupações desordenadas e defender planejamento urbano sustentável.
- Criar mecanismos de acompanhamento das desigualdades de acesso aos serviços públicos entre as regiões administrativas.