Estudantes do Distrito Federal enfrentam a ameaça de perder o passe livre, gerando preocupação para milhares de jovens que dependem do transporte público para chegar à escola ou à universidade. Recebo inúmeras mensagens de estudantes apreensivos com a possibilidade de ter o acesso à educação dificultado. Garantir esse direito não é assistencialismo, é investir no futuro.
Defendo que o ajuste das contas públicas deve começar pelo corte de privilégios dentro do próprio Estado, e não penalizando quem mais precisa. Antes de reduzir recursos destinados aos estudantes, questiono se o governo avaliou a redução de cargos comissionados, a revisão da estrutura administrativa e a diminuição de gastos que ampliam o tamanho da máquina pública.
Assumo o compromisso de fazer a minha parte:
- abro mão da verba indenizatória durante todo o mandato
- reduzo em 50% os recursos destinados à estrutura de gabinete
- proponho que o corte de gastos comece pela própria Câmara Legislativa
Essa decisão representa uma economia relevante de recursos públicos e demonstra que é possível buscar eficiência sem retirar oportunidades de quem depende do transporte para estudar.
Como usuária de transporte coletivo, conheço a realidade de quem enfrenta longos deslocamentos diariamente. O rico não utiliza ônibus. O estudante depende dele para construir seu futuro.
Dinheiro público é dinheiro do povo. O recado da sociedade é claro: cortar privilégios da política, não oportunidades dos estudantes.
Defendo responsabilidade fiscal com responsabilidade social. Se queremos desenvolver o país, precisamos garantir que os estudantes tenham condições de chegar à sala de aula.